'Certas burrices são indesculpáveis e é bom que haja mistérios insondáveis em nossas biografias'
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
quinta-feira, 23 de maio de 2013
E para o que não tem remédio?
Sabe quando você guarda aquela boa resposta ?
Quando por qualquer motivo você deveria ter respondido ou se defendido e não ocorreu nada suficientemente sagaz para responder?
Não sei quanto a vocês, mas a resposta não dada atormenta minha cabeça.
Eu (idiotamente) revivo os fatos, a situação, o ocorrido e penso friamente como teria sido cuspir as coisas que eu não disse a quem eventualmente me aborrece.
Temos que ter muito cuidado com o que sentimos e principalmente com o que guardamos. Se não ha nada de bom do que se guardar de alguém então não guarde nada. As vezes é melhor esquecer alguém do que dar uma resposta desaforada atrasada.
Quando por qualquer motivo você deveria ter respondido ou se defendido e não ocorreu nada suficientemente sagaz para responder?
Não sei quanto a vocês, mas a resposta não dada atormenta minha cabeça.
Eu (idiotamente) revivo os fatos, a situação, o ocorrido e penso friamente como teria sido cuspir as coisas que eu não disse a quem eventualmente me aborrece.
Mas vamos supor que o caso é outro e que pela sorte do destino a oportunidade se faz presente com o antecedente para anexar aos fatos.
Você, com todo ressentimento guardado deixaria a oportunidade passar ou se agarraria a ela dando o ultimado tão merecido e desejado?
Eu tive minha grande chance, com todo fúria que pude ter, me envolvi na aflição já ocorrida e vomitei tudo que havia planejado.
Imagino que agora eu deveria estar feliz, afinal, tive muito cuidado de pedir e igual rapidez em ser atendida. A paz estava de volta ao meu mundo.
Apenas uma coisa não se encaixou. Depois de profanar mina rebeldia, fui assombrada por um sentimento novo.
Eu me arrependi.
De tudo, de cada palavra, de cada sentimento e de cada desnecessidade em guardar o que já não me valia de nada.
Me arrependi do inicio ao fim ter dito tudo aquilo que eu quis muito dizer.
E cá estou me perguntando, se eu tivesse a oportunidade de voltar ao tempo e refazer "melhor" tudo de ruim que já me aconteceu, isso me deixaria mais aliviada ou só mais arrependida?
O tempo é uma mercadoria que não se compra, não se vende e não se empresta. O que passou, passou e c'est la vie. Eu que tenho por habito me lamuriar das coisas e solucionar casos fechados e sabe do que mais? Isso nunca me ajudou a resolver nenhum caso presente.Temos que ter muito cuidado com o que sentimos e principalmente com o que guardamos. Se não ha nada de bom do que se guardar de alguém então não guarde nada. As vezes é melhor esquecer alguém do que dar uma resposta desaforada atrasada.
Para as coisas futuras eu tento me dar conselhos, para todas as outras : " O que não tem remédio... Paciência." ( Ou um copão de esquecimento)
sábado, 26 de janeiro de 2013
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Momento Woddy Allen
Existem uma velha piada que diz de uma experiência feita com três viciados distintos.
Um viciado em cocaína, outro em álcool e o último em tabaco.
Eles se submeteram a ficar trancados para análise durante três meses com seu vício favorito.
No final de um mês o viciado em cocaína estava duro no chão, com uma gosma babenta escorrendo pela boca, com o nariz completamente mutilado. Morreu de overdose.
O viciado em álcool no fim de dois meses estava com uma cirrose avançada, com o fígado completamente destruído. Morreu de intoxicação e envenenamento.
Três meses depois, o viciado em tabaco estava agarrado no fundo do quarto, com uma expressão neuróticocadavérico, balbuciando única palavra apenas.. " isqueiro...isqueiro" .
Bom, essa última pelo visto é sobre a minha vida. Quando alguma coisa tem tudo para dar certo, evidentemente fica faltando alguma coisa importante.
Um viciado em cocaína, outro em álcool e o último em tabaco.
Eles se submeteram a ficar trancados para análise durante três meses com seu vício favorito.
No final de um mês o viciado em cocaína estava duro no chão, com uma gosma babenta escorrendo pela boca, com o nariz completamente mutilado. Morreu de overdose.
O viciado em álcool no fim de dois meses estava com uma cirrose avançada, com o fígado completamente destruído. Morreu de intoxicação e envenenamento.
Três meses depois, o viciado em tabaco estava agarrado no fundo do quarto, com uma expressão neuróticocadavérico, balbuciando única palavra apenas.. " isqueiro...isqueiro" .
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Intolerância
Intolerância é uma atitude mental caracterizada pela falta de habilidade ou vontade em reconhecer e respeitar diferenças em crenças e opiniões.
No sentido geral, que está provavelmente correto e pouco passivo a erros, a intolerância é a falta de saco para aceitar pontos de vista geralmente imbecis e pouco plausíveis, que estão interligados a interpretações pouco inteligentes das demais pessoas. Por exemplo, alguém pode definir intolerância como uma atitude agressiva, negativa e até hostil em relação a opinião alheia, por mais que não se tente asfixiar as demais pessoas ou mandar o colega de trabalho retardado tomar no cu. A intolerância é detectada quando se em uma ação for impossível para o agente "discordar pacificamente", mesmo que o outro seja completamente despido de noção.
A intolerância pode ser diagnosticada com o contato de diversos grupos sociais podendo gerar preconceito, tais como:
O Racismo; Como não tolerar pessoas falando " mano" ou "mina" agindo como se morassem no Bronx.
Sexismo; Como homens não sexistas que entram no vagão feminino.
Homofobia ; Como homens que ojerizam gays, mas no fundo dão o rabicó.
Etaísmo; Como fazer a animação mental de um trator passando em cima daquela velhinha que empacou na sua frente em lugares cheios.
Intolerância Religiosa; Como comer carne de vaca na frente de um indiano.
Intolerância Política ; Como não suportar as pessoas que votam no Bornier.
Todavia, a intolerância não se limita a estas formas, é possível ser intolerante com quaisquer outras idéias e atitudes, basta estar próximo de pessoas com personalidade babaca.
No nosso país, embora exista uma atitude declarada do Governo com a população contra a incitamento ao ódio, as demais pessoas podem ser processadas quando tais atitudes intolerantes são extremas, logo, se a sua falta de tolerância for um pouco mais incisiva que a descrita, procure orientação médica ou um emprego no Mac Donald dos Estados Unidos.
Fonte : Wikipedia.. Tá tudo isso lá. Menos é claro, a caruda da Marlene Dietrich
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
O último pedaço de torta
Pense em uma grande torta
doce. Pense melhor e imagine que é uma torta alemã, que pessoalmente é minha
favorita. Elas são rodeadas de biscoito de baunilha, glacê cremoso, massa fofa
e chocolate. O melhor chocolate em cobertura gelada.
Não há para meu paladar
gosto mais atraente, mas embora seja sim minha favorita e eu consiga ficar dias
falando de suas qualidades, não existe exclusividade alguma nesta torta e assim
como a minha torta preferida, existem tantas outras iguais e até melhores.
Engraçado como somos
parecidas, ela e eu, pois às vezes nós somos tortas. Pode ser que estejamos
soladas, frescas ou com muito açúcar, mas não é incomum sermos expostas em
grandes vitrines, com cobertura atraente e preço alto. Só que assim que alguém
leva à torta, aparece outra idêntica ocupando seu lugar. Não há muita unicidade
nesse setor.
Isso me deixa com uma sensação estranha, que por mais deliciosa que alguém
pareça, não importa muito quem é ou o que faça. Se alguém está em dúvida entre
você e outro sabor, ou se achar algo com a cara melhor, como a sensação cupcake
do momento, você pode ser substituído.
Esse
conceito pode parecer bobo (e é), mas é melhor ter isso fixo na cabeça do que
acreditar que é o contrário. Pode ter certeza, tem receitas que acham que são
únicas, que foram feitas uma vez e que você tem sorte de ter um pedaço dela.
Infelizmente tortas, não
é bem assim que funciona, não existe esses pedestais imaginários, envoltos em
uma camada de cobertura especial, cheios de retoque colorido do Instagram.
Ninguém é tão importante assim que não possa ter outro melhor.
É triste de ver, mas essa característica quase
doentia de se achar melhor que alguém por uma superioridade existente só dentro
da própria cabeça, pode ser também rapidamente diagnosticada por insegurança,
afinal nenhuma torta deve querer ficar pro dia seguinte.
Então existe uma
supervalorização de si mesmo absurda, uma corrida fantasiada onde devemos ser
melhores que os demais, aparecermos mais do que as demais, ficar mais apetitosa
do que os outros e isso tudo para que exatamente?
Eu estou nesse devaneio todo por um caso particularmente engraçado dessa
semana, quando acontece esse exagero de vaidade de uma pessoa se auto afirmando
demais. No meu caso, chegou a ser até mesmo um pouco cômico, mas me fez pensar
em como ouço casos do tipo ultimamente, em como as pessoas se projetam melhores
do que são por um medo surreal de acabarem sobrando.
Então eu observei a cena
de longe, vi o merchandising de si mesmo feito de bar em bar, de
mulher a mulher e achei tudo muito ridículo, meneei a cabeça e infelizmente (infeliz) reconheci
que em algum momento da vida todos somos assim.
Acho até normal se você
ainda é adolescente e confuso, mas depois dos vinte é bom repensar sobre isso
para não virar patológico. É uma atitude feia! Meu Deos como ela é feia! É mais
feia que qualquer imperfeição que na realidade possamos ter.
Posso ser eu feia, até
reconheço que estou um pouco solada e que o recheio está meio sem doce. De
repente não seja eu a melhor da vitrine, mas prefiro ficar aqui com cara de
ontem do que ficar fingindo por aí que sou creme brulee, só que com gosto de
gelatina, pois tenho certeza que se alguém decidir levar pra casa, não vou
estar enganando ninguém.
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
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